Botei o pé numa dança circular.
Era muito bom quando eu estava com a liberdade da renúncia.
Quero dançar, danço, não quero, fico parada.
Não consigo parar.
Antes era firme.
Era dizer não ao baile e me sentir contente com isso.
Agora não consigo parar.
Na ciranda, duas facetas vís de mim mesma me pegaram. Uma por cada mão.
E como elas dançam! Sabem as músicas e os passos para me seduzir.
Já que é para dançar, eu queria uma dança de resgate, que me trouxesse de volta a vontade.
Queria um soar de cornetas
Anunciando a cavalaria.
Era muito bom quando eu estava com a liberdade da renúncia.
Quero dançar, danço, não quero, fico parada.
Não consigo parar.
Antes era firme.
Era dizer não ao baile e me sentir contente com isso.
Agora não consigo parar.
Na ciranda, duas facetas vís de mim mesma me pegaram. Uma por cada mão.
E como elas dançam! Sabem as músicas e os passos para me seduzir.
Já que é para dançar, eu queria uma dança de resgate, que me trouxesse de volta a vontade.
Queria um soar de cornetas
Anunciando a cavalaria.
(28 de Maio de 2007)
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