segunda-feira, 4 de maio de 2009

Não me acho nem na tristeza nem na alegria.
É na confusão.
Não entendo muita coisa. E daí só vem ímpeto.
Uma vontade de desfazer os Pedros e Marias que vejo na rua
p'ra ver se eles se montariam de novo iguais.
Vontade de ter criança pequena e largar-lhe a mão,
p'ra ver se corre sozinha sem medo, o meu medo.
Vontade de juntar as mãos em concha
e ouvir onda batendo.
Vontade de subornar a vontade de alguém
p'ra que encontre logo a minha.

9 comentários:

incrível disse...

incrível

Anônimo disse...

É a vontade do outro. A necessidade de saber se o outro é como você, ou se você é tão único que descaracteriza o seu ser humano.
Adorei, Joana.. Keep on it.

Alex Moraes disse...

É minha amiga... fica difícil. Você se supera tanto que meus comentários acabam por empobrecer. Você já é motivo de orgulho com esse Blog, imagina quando você se tirar daqui.
Beijos sempre e sempre.

Anônimo disse...

Absoluto Juca!
beijos

Eduardo Lopes disse...

Nossas experiências passadas acabariam nos mantendo iguais ou essas experiências recombinariam e formariam um novo ser. Bonita questão.
bjs

fernando disse...

lhe desejo muitas confusões. se esse é o resultado.... muitas confusões para você.
lindo.

Gugol disse...

Se achar perde a graça. . .

Unknown disse...

Jojo...
Adorei seus textos. Você escreve deliciosamente bem...
Bjs

LP disse...

Viva o caos. Só assim avançamos. O marasmo não serve pra ninguém, nem mesmo pras lesmas, que são extremamente ativas no seu arrastar gosmento de lá pra cá.